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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Caso Real

    TODOS  TÊM QUE LER ISTO!
E  FAZER COM QUE SEUS  FILHOS, SOBRINHOS,
E  MUITOS MENINOS E MENINAS  O LEIAM TAMBÉM!
 
Após  deixar seus livros no  sofá ela decidiu comer  um lanche e entrar
online. Conectou-se com  o seu nome na tela:"Docinho14:"Revisou sua
lista de amigos e viu
que Meteoro123 estava conectado.Ela  enviou uma mensagem  instantânea:
 
Docinho14: Oi. Que sorte que você está aí! Pensei que alguém me seguia na rua hoje. Foi esquisito mesmo!
 
Meteoro123: RISADA. você assiste muita TV. Por que alguém te seguiria?
você não mora em um bairro seguro?
 
Docinho14: Com certeza. rsrsrs. Acho que imaginei isso porque não vi
ninguém quando virei.
 
Meteoro123: A menos que você tenha dado teu nome online. você não fez
isso, né?
 
Docinho14: Claro que não. Não sou idiota, você já sabe.
 
Meteoro123: Você jogou vôlei depois do colégio hoje?
 
Docinho14: Sim e ganhamos!
 
Meteoro123: Ótimo! Contra quem?
 
Docinho14: Contra as Vespas do Colégio Sagrada Família. rsrsrs. Seus
uniformes são um nojo! Pareciam abelhas.. rsrsrsrsrs
 
Meteoro123: Como se chama teu time?
 
Docinho14: Somos os Gatos de Botas. Temos garras de tigres nos
uniformes...São muito legais.
 
Meteoro123: Você joga no ataque?
 
Docinho14: Não, jogo na defesa. Tenho que sair. Tenho
que fazer minha tarefa antes que cheguem meus pais. Não quero que fiquem
bravos. Tchau!
 
Meteoro123: Falamos mais tarde. Tchau.
----
Entretanto Meteoro123 foi ao menu de membros e começou buscar sobre o
perfil dela. Quando apareceu, copiou e imprimiu. Pegou uma caneta e
anotou
o que sabia de Docinho até agora.
 
Seu  nome: Tatiane
 
aniversário: Janeiro 3, 1993.
 
Idade.: 13.:
 
número favorito: 4
 
passatempo: voley e inglês.
 
Além  desta informação sabia  que vivia em Santo  Antônio da Platina
porque lhe tinha contado  recentemente. Sabia que  estava sozinha até
as 6.30 PM todas  as
tardes até que  os pais voltavam do  trabalho Sabia que  jogava vôlei
nas quintas  feiras de tarde com  o time do colégio,  os Gatos de Botas.
Seu  numero favorito, o 4,  estava estampado na  sua jaqueta. Sabia que
estava na oitava série  no colégio Sebastião  Paraná. Ela tinha contado
tudo em conversas
online.
Agora  tinha suficiente de  informação para encontrá-la. Tatiane não contou  a seus pais sobre  o incidente ao voltar  do parque.
 Não queria que brigassem com ela  e que lhe impedissem  voltar caminhando dos  jogos de vôlei.
Os pais sempre exageram e os seus eram os piores. Ela teria gostado não
ser filha única.
Talvez  se tivesse irmãos seus  pais não tivessem sido  tão
super-protetores.
 
Na quinta feira Tatiane já tinha esquecido que alguém a seguia. Seu jogo
estava em plena ação quando de repente sentiu que alguém a observava.
Então lembrou. Olhou
desde sua posição para ver um homem observando-a de perto.
Estava  inclinado contra a cerca  na arquibancada e sorriu  quando o
viu. Não
parecia alguém de quem temer e rapidamente fugiu o medo que sentiu.
Depois do jogo, ele sentou-se num dos bancos enquanto ela falava com o
treinador.
Ela percebeu seu sorriso mais uma vez quando passou do lado.
Ele acenou com a cabeça e ela devolveu o sorriso. Ele percebeu seu nome
nas costas da camiseta. Sabia que a tinha achado.
Silenciosamente  caminhou numa distância  certa atrás dela. Eram  só
umas quadras até  a casa de Tatiane  quando viu onde morava  voltou logo
ao parque  para procurar seu carro.
Agora tinha que esperar. Decidiu comer algo até que chegou a hora de ir
à casa de Tatiane. Foi a uma lanchonete e sentou até a hora de começar
seu objetivo.
 
Tatiane  estava no seu quarto,  mais tarde essa noite,  quando ouviu
vozes na  sala. "Tati, vem aqui!", chamou seu pai. Parecia perturbado e
ela não imaginava o
porquê. Entrou na sala e viu o homem do parque no sofá."Senta aí",
começou seu pai, "este senhor nos acaba de contar uma história muito
interessante sobre você".
Tatiane  sentou-se. Como poderia  ele contar-lhes qualquer  coisa? Nunca
o tinha  visto antes de hoje!
"Você sabe quem sou eu?" perguntou o homem.
"Não'" respondeu Tatiane.
"Sou policial e teu amigo do chat, Meteoro123".
Tatiane  ficou pasmada. "É impossível! Meteoro123 é um menino de minha
idade!
Tem 14. e mora em Minas Gerais !".
O  homem sorriu. "Sei que eu disse tudo isso, mas não era verdade. Veja,
Tatiane, tem gente na internet que se faz passar por garotos; eu era um
deles. Mas enquanto
alguns o fazem para machucar crianças e jovens e fazer dano, eu sou de
um grupo de pais que o faz para proteger as crianças dos
malfeitores. Vim te encontrar para te ensinar que é muito perigoso falar
online. Você me contou o suficiente sobre você para eu te achar
facilmente... Você me deu
o nome da tua escola, do teu time e em que
posição você joga, eO  numero e teu nome  na jaqueta fizeram com  que eu
te encontrasse  rapidinho.
Tatiane gelou. "Você quer dizer que não mora em Minas Gerais?". Ele riu.
"Não, moro em Santo Antonio da Platina. Você se sentiu segura achando
que
morava longe, né?"
"Eu tenho um amigo cuja filha era como você. Só que ela não teve tanta
sorte. O cara a encontrou e a assassinou enquanto estava sozinha em sua
casa.
 
Ensina as crianças e jovens a não dizer pra ninguém quando que
eles estão sozinhos, porém contam isso o tempo todo pela internet.
As  pessoas maldosas te  enganam para tirar informação  daqui e de lá
online. Antes que você  saiba você já lhes  contou o suficiente  para
ele te achar  sem você
perceber. Espero que você tenha  aprendido uma lição  disto e que não  o
faças de novo.
Conta  a outros sobre isto  para que também estejam  seguros".
"Prometo que vou contar!".
 
Essa noite, Tatiane e seus pais ajoelharam-se juntos e agradeceram a
Deus por protegê-la do que poderia ter sido uma situação
trágica...
AGORA:
Por  favor envia isto a  tantas pessoas que você  possa para lhes
ensinar  a não dar informação  sobre elas. Este mundo  em que vivemos
hoje  é perigoso demais!
INCLUSIVE  REENVIE ISTO A PESSOAS SEM FILHOS PARA  QUE O ENVIEM A SEUS
AMIGOS QUE TEM  FILHOS E NETOS.
CUIDADO  COM AS INFORMAÇÕES QUE você PASSA NO  ORKUT OU MSN OU AINDA EM
OUTROS.
 
 

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